Saúde mental, autismo, neurodiversidade e PCD nas empresas
Uma parceria que pode combinar atendimento psicológico on-line para colaboradores, ações sobre PCD, autismo e neurodiversidade, e palestras e orientação para equipes.
Cuidado psicológico e inclusão no mesmo lugar.
Jorge Roberto Ferreira Cavalheiro
Psicólogo Clínico e Neuropsicólogo
CRP/RS 07/40793 | CRP/SC 12/27294
Para colaboradores: atendimento psicológico on-line
Psicoterapia on-line com psicólogo clínico e neuropsicólogo, dentro das condições contratadas pela empresa. É um espaço clínico confidencial que facilita o acesso ao cuidado em demandas de saúde mental e de neurodivergência, como:
- Ansiedade
- Depressão
- Regulação emocional
- Burnout
- Sofrimento emocional
- Dificuldades relacionais
- Questões da vida profissional
- Autismo adulto
- Diagnóstico tardio
- TDAH e outras neurodivergências
- Condições coexistentes
Avaliações e diagnósticos só fazem parte da parceria quando estiverem contratados.
Para familiares
Conforme as condições da parceria, familiares dos colaboradores também podem ser contemplados com psicoterapia, orientação ou psicoeducação. Isso não é automático: depende do que for contratado.
A empresa não recebe o conteúdo das sessões
O atendimento segue os princípios éticos e o sigilo profissional aplicáveis. Contratar ou custear o acesso não dá à empresa acesso ao conteúdo das sessões individuais, nem nas ações com gestores e equipes.
Autismo adulto e neurodiversidade no trabalho
Características autistas não significam incapacidade generalizada. Os artigos científicos de Jorge Cavalheiro sobre autismo na vida adulta, que não são estudos sobre empresas, sustentam ideias importantes para quem convive e trabalha com pessoas autistas:
- Competência visível não elimina necessidades de suporte
- Trabalhar, estudar ou ter boa fluência verbal não significa ausência de dificuldades.
- Funcionar tem custo
- O desempenho observável pode esconder custo adaptativo, camuflagem e barreiras.
- Camuflagem e burnout autista
- Temas centrais na vida adulta, que pedem cautela para não virarem rótulos simplificados.
- Diagnóstico tardio
- Não existe idade-limite: muitos adultos chegam à avaliação após anos de sofrimento.
Nas ações com equipes, também podem ser discutidos temas psicoeducativos ligados ao dia a dia de trabalho: comunicação e orientações claras, diferenças sensoriais, previsibilidade, sobrecarga social e convivência.
Leia também: autismo nível 1 em adultos e direitos, camuflagem social e burnout autista e todos os artigos.
PCD, inclusão e permanência no trabalho
Inclusão não se resume à contratação. A participação da pessoa com deficiência depende de um ambiente que reconheça barreiras e respeite necessidades individuais — a pessoa não é um problema a ser corrigido.
- Barreiras
- Identificar o que no ambiente limita a participação da pessoa.
- Acessibilidade
- No espaço, na comunicação, nas rotinas e nos processos.
- Adaptações razoáveis
- Ajustes considerando as necessidades individuais.
- Permanência
- Condições para participar e permanecer, não só para ser contratado.
- Comunicação e convivência
- Relações respeitosas entre pessoas e equipes.
- Combate ao capacitismo
- Reconhecer e enfrentar o preconceito contra a deficiência.
Para informação: a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) protege o direito da pessoa com deficiência ao trabalho em ambiente acessível e inclusivo e trata de acessibilidade e adaptação razoável. A Lei 12.764/2012 considera a pessoa com TEA pessoa com deficiência para efeitos legais. O trabalho aqui é psicológico, educativo e de inclusão; não é assessoria jurídica.
Para a organização: palestras e orientação a equipes
Ações educativas para quem lidera, contrata e convive, adaptadas à realidade de cada organização.
- Palestras
- Sobre autismo adulto, neurodiversidade, PCD, inclusão e saúde mental.
- Ações psicoeducativas e sensibilização
- Para equipes, sobre autismo adulto, neurodiversidade, PCD, inclusão e capacitismo.
- Orientação a gestores, RH e equipes
- Educativa, sobre comunicação, convivência, barreiras, inclusão e necessidades individuais.
- Apoio a ambientes mais inclusivos
- Reflexão sobre barreiras e participação, a partir da realidade de cada organização.
Temas de palestras
- Autismo adulto
- Neurodiversidade no trabalho
- Diagnóstico tardio
- Autismo em mulheres
- Camuflagem social
- Burnout autista
- Sobrecarga sensorial
- Autismo e TDAH
- Condições coexistentes
- Pessoa com deficiência no trabalho
- Inclusão de pessoas autistas
- Barreiras e acessibilidade
- Adaptações razoáveis
- Capacitismo
- Participação e permanência profissional
- Ansiedade
- Depressão
- Regulação emocional
- Burnout
- Sofrimento emocional
- Saúde mental no trabalho
- Comunicação
- Relações interpessoais
- Convivência com a neurodiversidade
- Conflitos e diferenças individuais
- Relações entre equipes
- Família e neurodivergência
Formatos possíveis: palestras, ações psicoeducativas e de sensibilização, e orientação a gestores, RH e equipes. Outros temas podem ser desenvolvidos conforme a necessidade da organização, dentro da atuação em Psicologia.
Veja também palestras, cursos e orientação a organizações.
Como funciona uma parceria
- 1
Primeiro contato
A empresa apresenta o seu contexto.
- 2
Necessidades
As necessidades da organização e das pessoas são identificadas.
- 3
Formato
O formato da parceria é definido em conjunto.
- 4
Orientação de acesso
Os colaboradores recebem orientação sobre como acessar.
- 5
Realização
Os atendimentos e/ou as ações são realizados.
Formato e valores são definidos para cada organização.
Converse sobre a realidade da sua organização
Conte o contexto da empresa e o que vocês buscam. O formato da parceria é construído a partir dessa conversa.
